Dicas de Saúde

Vício do alcoolismo: reconhecer a doença é o primeiro passo para combatê-la


“Uma cerveja antes do almoço é muito bom para ficar pensando melhor”, cantava Chico Science em um de seus sucessos, A praieira. O uísque, na definição do poeta Vinicius de Moraes, seria um “cachorro engarrafado”, uma bebida amiga. A frase “preciso de um drinque” está em uma infinidade de filmes, novelas e seriados. Aliás, na tevê, a qualquer hora do dia, somos bombardeados com a publicidade de etílicos, sempre associados a festa e descontração. O consumo de álcool é mais do que legalizado: de alguma forma, beber faz parte da sociedade. Em mais de 50 países, por exemplo, a primeira sexta-feira de agosto é o Dia Internacional da Cerveja. O problema acontece quando a medida do copo transborda. A linha entre ser um “bebedor social” e um alcoolista é sutil. E o álcool, traiçoeiro.

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Alcoolismo

O que é Alcoolismo?

Alcoolismo é a dependência do indivíduo ao álcool, considerada doença pela Organização Mundial da Saúde. O uso constante, descontrolado e progressivo de bebidas alcoólicas pode comprometer seriamente o bom funcionamento do organismo, levando a conseqüências irreversíveis.

A pessoa dependente do álcool, além de prejudicar a sua própria vida, acaba afetando a sua família, amigos e colegas de trabalho.

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Psicose

O que é Psicose?

Psicose é o nome dado a um estado mental patológico caracterizado pela perda de contato do indivíduo com a realidade, que passa a apresentar comportamento antissocial.

O termo psicopatia, no entanto, não pode ser compreendido como um sinônimo de psicose. A psicopatia é uma condição muito mais grave do que a psicose, para a qual não há tratamento – ao contrário da psicose. Além disso, a psicopatia consiste em uma desordem de personalidade, enquanto a psicose é uma desordem psíquica que não diz respeito ao âmbito da personalidade, mas, sim, à perda de contato com a realidade.

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Exercícios físicos podem reduzir riscos do Alzheimer, aponta estudo

Marli Moreira - Repórter da Agência Brasil

Uma pesquisa desenvolvida em Rio Claro, no interior paulista, comprovou que, ao sair do sedentarismo, um grupo de idosos conseguiu reduzir sintomas característicos de uma predisposição ao Alzheimer, doença degenerativa que afeta os neurônios e leva à demência. A constatação está na tese de doutorado de Carla Manuela Crispim Nascimento, formada em educação física, trabalho conjunto da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR).

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